A publicidade por meio de storytelling e a efetividade das decisões do Conar na repressão de abusos

  • Cintya Nishimura Durães
  • Mariana Ribeiro Santiago
Palavras-chave: Consumidor – Publicidade – Storytelling – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária – Efetividade.

Resumo

O presente artigo analisa a publicidade realizada por meio de storytelling, no contexto da pós-modernidade, e a repressão de abusos pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária. A escolha do tema se justifica dado o impacto que a publicidade exerce numa sociedade caracterizada pelo consumismo, resultando em práticas que atentam contra a sustentabilidade. Objetiva-se com a presente pesquisa constatar a efetividade da atuação do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária na proteção do consumidor nos casos de desvio de tal tipo de técnica publicitária. Para a análise do tema, é utilizado o método de abordagem dedutivo, combinado com os métodos de pesquisa bibliográfico e documental. Ao final, conclui-se que as recomendações emitidas pelo Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária são dotadas de efetividade, resultando em adequações pelas empresas em suas mensagens publicitárias.

Biografia do Autor

Cintya Nishimura Durães

Mestranda em Direito na Universidade de Marília. Bolsista CAPES-PROSUP. Especialista em Direito Processual Civil pela Universidade de Santa Cruz do Sul - UNISC. Advogada.

 

Mariana Ribeiro Santiago

Pós-Doutora em Direito pela Justus-Liebig-Universität Giessen (Alemanha). Doutora e Mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUCSP. Professora do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade de Marília – UNIMAR. Advogada.

 

 

Publicado
02-07-2020
Edição
Seção
Cadastros positivos, internet, dados e publicidade: diálogo para a proteção dos