O consumo colaborativo no uso das moedas sociais pelos bancos comunitários de desenvolvimento: possibilidades contra-hegemônicas

  • Éverton Neves dos Santos
  • Mariana Ribeiro Santiago
Palavras-chave: Consumo colaborativo – Bancos comunitários de desenvolvimento – Moedas sociais – Sociedade de consumo – Pós-modernidade.

Resumo

O presente artigo tem como intuito analisar o consumo colaborativo no uso das moedas sociais pelos bancos comunitários de desenvolvimento, no contexto da sociedade pós-moderna. Para tanto, inicia-se o estudo com a conceituação fundamental de sociedade de consumo, hiperconsumismo e consumo colaborativos. Na sequência, trata-se das moedas sociais e dos bancos comunitários de desenvolvimento, numa análise sobre a relação do consumo colaborativo e os estilos de vida. O estudo é desenvolvido através do método dedutivo de abordagem, bem como da pesquisa bibliográfica e documental. Os referenciais teóricos usados são a sociedade de consumo e o consumo colaborativo. As considerações finais apontam que os usos das moedas sociais pelos bancos de desenvolvimento comunitário podem ser entendidos como possibilidades contra-hegemônicas, na medida em que propõem outros modos de consumo, circulação de bens e serviços, oportunizando novos olhares sobre a racionalidade capitalista.

Biografia do Autor

Éverton Neves dos Santos

Mestrando em Direito pelo Programa de Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade de Marília – UNIMAR. Mestre em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT. Professor e Coordenador da Área de Ciências Jurídicas da Universidade do Estado de Mato Grosso – UNEMAT. Advogado.

Mariana Ribeiro Santiago

Pós-Doutora pela Justus-Liebig-Universität Giessen (Alemanha). Doutora e Mestre em Direito das Relações Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC-SP. Professora do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito da Universidade de Marília – UNIMAR. Advogada.

Publicado
26-06-2020
Edição
Seção
Artigos